segunda-feira, 9 de abril de 2012

II Roda de Conversa com a Atenção Primária da AP 1.0


III Reunião da Comissão de Óbito Materno e Infantil da AP 1.0


Nesta próxima quarta-feira será realizada a III Reunião da Comissão de Óbito Materno e Infantil da AP 1.0, do ano de 2012. Neste ano, as reuniões acontecerão às quartas-feiras, das 10h às 12h, na sala de reuniões da CAP 1.0. A finalidade é analisar os óbitos ocorridos na área, com foco na vigilâncias dos óbitos maternos e infantis evitáveis. Com isso, é possível perceber os nós e fragilidades na assistência deste binômio, para melhor qualidade das ações em saúde.

LOCAL: RUA EVARISTO DA VEIGA, 16 - 3o ANDAR
HORÁRIO: 10h ÀS 12h.
              DATA: 11/04/2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Em fórum de saúde, destaque é a importância da vacinação contra HPV



Os participantes do Fórum Saúde da Mulher no Século 21, realizado nesta terça-feira (27), alertaram para a necessidade de maior conscientização da população feminina acerca do aumento dos casos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no país. Também foram apresentados dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicando que o Brasil terá 52,6 mil novos casos de câncer de mama e 17,5 mil novos casos de câncer de colo do útero neste ano.
O evento, no auditório do Interlegis, teve a participação da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e da ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que foi homenageada com o prêmio Ação Responsável – Destaque em Saúde 2012.
Em discurso de abertura, Vanessa Grazziotin afirmou que a saúde da mulher é um assunto não do gênero feminino, mas da sociedade brasileira como um todo.
– O Brasil tem uma das mais avançadas legislações de saúde do mundo. O desafio é transformar a lei em prática – disse a senadora, que é autora de um projeto que garante vacinação gratuita contra o papilomavírus humano (HPV) a mulheres na faixa etária de 9 a 40 anos (PLS 238/2011).
A ministra Ideli Salvatti ressaltou que a transmissão do HPV é muito fácil e a única maneira de se prevenir a doença é por meio da vacinação, de preferência antes que as mulheres iniciem a vidasexual. Quando era senadora, ela apresentou projeto, atualmente em tramitação na Câmara, que inclui a vacina contra o HPV no Programa Nacional de Imunizações (PLS 51/2007).
– A vacina ainda tem custo bastante elevado, mas ainda é muito mais caro tratar todas as doenças decorrentes desse vírus. Porque não é só o câncer de colo de útero, mas inúmeras outras doenças, uma série de outras decorrências da infecção – destacou Ideli.
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quarta-feira, 21 de março de 2012

Saúde da mulher piorou em duas décadas, diz pesquisa


Por Clarissa Thomé

Rio de Janeiro - A dura rotina das mulheres, que se desdobram entre o trabalho e os cuidados com a casa, tem impacto na saúde. Um levantamento feito por uma empresa especializada em check-ups de executivos mostra que os indicadores de saúde das diretoras de empresas pioraram nas últimas duas décadas. Elas hoje sofrem mais de hipertensão, gastrite, depressão, diabetes do que no início da década de 1990.
O estudo é focado em exames feitos por altas funcionárias de grandes empresas, mas dados do Data-SUS (banco de dados do Sistema Único de Saúde) mostram que os resultados valem para toda a população. "Há cinquenta anos, de cada dez mortes por infarto, nove vítimas eram homens e uma era mulher. Atualmente essa proporção está em seis homens e quatro mulheres", afirma Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Para Machado, as mulheres sofrem o "peso da dupla jornada". "Elas passaram a ser submetidas às mesmas situações de estresse dos homens. Só que vão para o trabalho e não se desligam da casa". O diretor-médico da Med-Rio Check-up, Gilberto Ururahy, analisou 60 mil prontuários de pacientes - 48 mil homens e 12 mil mulheres - realizados desde 1990. Alguns hábitos melhoraram. A alimentação desequilibrada, para ambos os sexos, caiu de 80% para 53%.
Homens e mulheres fazem mais exercícios. A vida sedentária - que chegava a 70% das mulheres e 65% dos homens - hoje atinge 50% dos pacientes. A obesidade caiu de 12% para 8% de todos os pacientes. Por outro lado, aumentou o consumo de bebida alcoólica entre as mulheres - de 25% das pacientes para 50%. Elas até reduziram o fumo - de 45% para 35%. Mas ainda fumam mais do que os homens (15%). Também cresceu a proporção de mulheres com hipertensão arterial (12% para 20%), gastrite (2% para 18%) e fadiga (10% para 15%).
"Nesses últimos 20 anos, a mulher se firmou cada vez mais no mercado, mas isso teve um efeito. O nível elevado de estresse faz com que produza cortisol permanentemente, o que atinge a mucosa gástrica. Ela não dorme bem, acorda cansada, e para se manter ativa consome doses excessivas de cafeína. Mais adiante vem a insônia", descreve Ururahy.
Ana Carolina Siniscalchi, de 44 anos, diretora comercial de uma companhia de navegação, vinha num ritmo pesado de trabalho, abatida pelas diferenças de fuso horário impostas por viagens, quando fez o primeiro check-up, há 4 anos. "Eu sofria com a pressão baixa, tive aumento de peso, não imaginava que fossem sintomas de doença. Descobri nos exames que eu tinha hipertireoidismo, com uma manifestação atípica, que parecia hipotireoidismo. Como estava muito inicial, já tratei e normalizou", conta Ana Carolina. Orientada pelos médicos, voltou a fazer atividades físicos. "A retomada dos exercícios me deixaram mais equilibrada. Não sinto mais o cansaço de antes".

terça-feira, 20 de março de 2012

Médicos Sem Fronteiras (MSF) lança o relatório sobre a Mortalidade Materna


Entidade chama atenção para a importância de ações médicas voltadas para evitar a morte de mães em contextos de crises humanitárias 08 de março de 2012 – No Dia da Mulher, a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) lança o... 


Entidade chama atenção para a importância de ações médicas voltadas para evitar a morte de mães em contextos de crises humanitárias 

 08 de março de 2012 – No Dia da Mulher, a organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) lança o relatório Maternal Death: The Avoidable Crisis (Mortalidade materna: uma crise que pode ser evitada) , no qual destaca o fato de que muitas mulheres continuam morrendo durante o parto, algo que poderia ser evitado. O documento mostra como a oferta de cuidados obstétricos emergenciais para mulheres grávidas em contextos de crises humanitárias – crônicas ou emergenciais – pode salvar a vida de muitas mulheres. Após anos expandindo seus projetos para atender as necessidades de mulheres grávidas, MSF quer, agora, chamar a atenção global para a carência de cuidados obstétricos de emergência em situações de crises humanitárias. O documento examina a situação de grávidas em 12 países nos quais MSF atua, incluindo Paquistão, Somália, Sudão do Sul e Haiti, e enfatiza a necessidade de assistência médica emergencial, sobretudo quando ocorrem complicações no parto. “Nós sabemos que 15% de todas as gestações do mundo acabam passando por complicações graves, que põe em risco a vida da mãe”, disse Carolina Batista, diretora da unidade médica de MSF Brasil. “As mulheres precisam ter acesso a cuidados obstétricos de qualidade, estejam elas no Rio de Janeiro, em Porto-Príncipe ou Mogadíscio, pois a realidade é mesma tanto em um hospital moderno de uma cidade internacional quanto em uma zona de conflito, campo de refugiados ou tenda de plástico, instalada após um terremoto devastador.” Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, aproximadamente mil mulheres morrem durante o trabalho de parto ou por alguma complicação relacionada à gravidez todos os dias. No entanto, com a ajuda de assistentes de parto e com acesso a medicamentos e equipamentos adequados, as vidas de muitas mulheres – e seus bebês – podem ser salvas. A hora do parto é o momento mais crítico para salvar a vida de mulheres e crianças, uma vez que a maioria das mortes ocorre pouco antes, durante ou logo após o parto, na maioria das vezes devido a complicações que não podem ser previstas. MSF, como organização médica de emergência, busca sempre obter impacto significativo e imediato na mortalidade materna em contextos de crises humanitárias. MSF investiu no desenvolvimento de capacidade técnica e logística para oferecer assistência obstétrica essencial gratuita. “É uma tragédia o fato de ainda estarmos vendo tantas mulheres morrendo durante o parto, quando sabemos que a oferta de cuidados de qualidade nesse momento pode evitar isso”, concluiu Carolina. “Precisamos lembrar sempre que a morte de uma mãe em trabalho de parto é uma morte evitável.” Assista aos vídeos que mostram como é possível salvar a vida de mulheres – e de seus bebês e ajude Médicos Sem Fronteiras a espalhar essa mensagem para o maior número de pessoas. Saiba como! MSF oferece assistência obstétrica em aproximadamente 30 países. Em 2010, equipes da organização auxiliaram os partos de mais de 150 mil bebês.

domingo, 18 de março de 2012

Reunião do CNS promove debate sobre a Violência contra a Mulher

Por Paulo Navarro
Postado em CEBES, Z



Com a presença da ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SEPM), Eleonora Menicucci, do Ministro Padilha e dos Conselheiro(as) presentes, grande parte da manhã dessa quinta-feita, 15/03, foi tomada pelo debate e exposição de situações de risco e indignação de casos de violência contra a mulher. A Presidente do Cebes, Ana Costa, representou a entidade durante os dois dias da 231ª Reunião Ordinária do CNS.
A ministra Eleonora Menicucci afirmou estar satisfeita em sentir que o paradigma da integralidae está inserido no Ministétrio da Saúde, segundo ela “a perspectiva da integralidade nas ações voltadas para a saúde da mulher foi uma vitória muita grande das mulheres brasileiras e essa perspectiva não pode retroceder, e cada programa e ação devem se remeter a ela”.
Eleonora Minecucci deixou claro seu compromisso em avançar no enfrentamento à qualquer forma de violência contra à mulher e lançou um desafio: “O Ministério da Saúde precisa trabalhar conosco nesse enfrentamento”.
Maria Esther Vilela, coordenadora da área técnica de Saúde das Mulheres da Secretaria de Atenção à Saúde do MS, apresentou alguns dados relevantes sobre a situação da mulher vítima da violência. A maior incidência de casos ocorre com mulheres na faixa etária entre os 20 e 59 anos, sendo que 33,9% têm até oito anos de estudo. 65% sofrem de violência doméstica e cerca de 50% são agredidas dentro das próprias casas, principalmente por conjugues, conhecidos e pais.
Na apresentação, intitulada Balanço do Mês na Saúde: Atenção às Mulheres em Situação de Violência, também foram apresentadas as conseqüências mais comuns na saúde dessas mulheres em função desse quadro de agressões: dores crônicas, doenças mentais, aborto, enxaquecas, DST/Aids, entre outras.
Ana Costa, presidente do Cebes, celebrou, como a ministra Eleonora, a retomada do tema da integralidade, recuperada no balanço apresentado, porém ela advertiu: “não podemos pensar em integralidade exclusivamente no setor público nesse momento em que o sistema privado tem se expandido e incorporado maior tecnologia”.  Ana também comentou sobre a apresentação, “escutei um balanço, porém precisamos discutir os impasses e as dificuldades estratégicas no avanço real do cotidiano das mulheres”.
A presidente do Cebes lembrou que a violência intra parto no sistema privado é tão importante quanto no sistema  público.
A Conselheira Dra. Santinha, coordenadora da Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher do CNS, citou a importância da violência simbólica como a violência que ainda não é mostrada em dados. Segundo ela, seriam dados não registrados e a falta de estudos sobre questões mais complexas sobre a violência contra à mulher. “Se uma mulher morre em uma sala de parto por falta de atendimento isso é uma questão de violência que não é registrada e não entra para os registros”, afirmou Santinha.
O Ministro Padilha se comprometeu com uma maior fiscalização nos serviços que prestam atendimento às mulheres em situação de violência. O objetivo, de acordo com Padilha, é ampliar a qualidade nesses serviços.
Confira no vídeo abaixo o balanço feito por Ana Costa dos dois dias de reunião do CNS, que além da pauta da atenção às mulheres em situação de violência teve o contingenciamento do orçamento e a questão do financiamento da saúde como temas principais:


quarta-feira, 14 de março de 2012

Governo dá nota 5,4 à saúde pública no Brasil


Ministério da Saúde fez cálculo de 0 a 10 para avaliar serviços


Índice elaborado pelo governo revela que somente 1,9% da população brasileira vive em municípios cujos serviços públicos de saúde têm notas que alcançam a meta estipulada pelo Ministério da Saúde. São, no total, 3,6 milhões de pessoas residentes nas 347 cidades com nota acima de 7,0 no Índice de Desempenho do SUS (IDSUS), lançado nesta quinta (1) pelo ministério.

Trata-se de uma parcela menor que a dos 5,7 milhões de brasileiros que vivem nas 132 cidades com os piores serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), isto é, com notas inferiores a 3,9. A média nacional resultante do índice é 5,4.

"O país passou raspando, na nossa avaliação", disse Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS.

Segundo o Ministério da Saúde, o índice, que será atualizado a cada três anos, pretende avaliar o desempenho dos serviços oferecidos pelo SUS nos municípios.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou o lançamento do novo índice como parte de uma "obsessão" do governo em avaliar seus serviços e atribuiu à presidente Dilma Rousseff essa cobrança. "O SUS não pode forma alguma temer o processo de avaliação. [...] Muito pelo contrário: tem que ser algo visto como fundamental para que a gente dê conta de avançar no SUS", declarou.

Com pontuação que vai de 0 a 10, as aferições levaram em conta dados sobre saúde básica, ambulatorial, hospitalar e de emergência repassados pelos municípios a bases de dados nacionais (IBGE, Ipea, entre outros) entre 2008 e 2010 (veja aqui a lista dos indicadores que integram o índice).

Ao gerar a nota, o ministério leva em conta o acesso aos serviços do SUS e se esses serviços são prestados em sua totalidade. Esses critérios, ponderados, resultam na nota final.

A maior parte da população (46,5%, ou 88.673.765), segundo os dados da Saúde, vive em municípios com índices de 5 a 5,9 - notas consideradas regulares; 24,5% dos brasileiros, ou 46,6 milhões vivem em localidades com notas entre 6 e 6,9; e 45,9 milhões (24,1%) estão em localidades cuja nota está entre 4 e 4,9.

A região com maior pontuação foi o Sul, com 6,12. O Sudeste teve nota 5,56; o Nordeste, 5,28; e o Centro-Oeste, 5,26. Por último ficou a região Norte, com 4,67.

Maiores e menores

Ao ranquear os municípios, o ministério os dividiu em seis grupos, de acordo com perfis socioeconômico e de estrutura de saúde. De acordo com o critério adotado pelo ministério, nos grupos 1 (29 municípios) e 2 (94 municípios), estão as cidades mais ricas, com estruturas de saúde pública mais complexas; nos grupos 3 (632 municípios) e 4 (587 municípios), estão as cidades com pouca estrutura de média e alta complexidade; e, nos grupos 5 (2.038 cidades) e 6 (2.183), as cidades menores, com pouco ou nenhum atendimento especializado.

Dos seis mais bem colocados por grupo, cinco são do Sudeste e um do Sul. Segundo o IDSUS 2012, os municípios com as maiores notas por grupo são Vitória (ES), com 7,08, no Grupo 1; Barueri (SP), com 8,22, no Grupo 2; Rosana (SP), com 8,12, no Grupo 3; Turmalina (MG), com 7,31, no Grupo 4; Arco-Íris (SP), com 8,38, no Grupo 5; e Fernandes Pinheiro (PR), com 7,76, no Grupo 6.

Entre os piores índices por grupo, há duas cidades do Sudeste, três do Norte e uma do Nordeste: Rio de Janeiro, no Grupo 1, com nota 4,33; São Gonçalo (RJ), no Grupo 2, com 4,18; Colorado do Oeste (RO), no Grupo 3, com 3,65; Novo Repartimento (PA), no Grupo 4, com 2,56; Cujubim (RO), no Grupo 5, com 3,20; e Pilão Arcado (BA), no Grupo 6, com 2,50.

Embora evite fazer comparação entre grupos, na avaliação do coordenador geral do Sistema de Monitoramento e Avaliação do ministério, Afonso Teixeira dos Reis, é possível dizer que o último colocado do Grupo 1 pode ser considerado pior do que o último no ranking do Grupo 6.

Segundo ele, a complexidade dos serviços de saúde de uma cidade como o Rio de Janeiro coloca a capital fluminense em posição de vantagem. Mas, segundo ele, no caso das grandes cidades, o acesso ao serviço, que tem peso maior na nota final do IDSUS, é um problema - filas e áreas isoladas pela violência urbana são fatores comuns. Em contrapartida, diz, é mais fácil administrar os serviços de saúde de uma cidade com poucos habitantes.

Distorções

O ministério considera a criação do IDSUS a primeira etapa para o desenvolvimento de um programa regular de avaliação do SUS - aos moldes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), usado pelo Ministério da Educação para avaliar os ensinos fundamental e médio públicos do país. O índice da saúde é calculado com base em informações oferecidas pelos municípios, agregadas em vários bancos de dados nacionais (IBGE, Ipea, entre outros), e deve ser divulgado a cada três anos.

Os próprios técnicos do governo reconhecem que existem melhorias a serem feitas para que o índice ofereça um recorte mais próximo da realidade. Ele não contempla, por exemplo, o nível de satisfação do usuário do SUS ou mesmo o tempo que um usuário leva para ser atendido - queixas comuns no serviço.

Questionados sobre a confiabilidade dos dados repassados pelas administrações municipais, técnicos do ministério afirmaram que os bancos de dados disponíveis atualmente são confiáveis. Disseram, porém, que eventuais distorções nas notas devem ser sanadas com a divulgação regular dos índices.

"Não é de interesse do município, por exemplo, aparecer mal no ranking de seu grupo na próxima avaliação por não preencher corretamente os protocolos com, por exemplo, a quantidade de atendimentos realizados", disse Paulo de Tarso.

Confira aqui a nota que cada município recebeu.